Dois dos feridos em atropelamento em Albufeira vão ficar internados
Dois dos 12 feridos no atropelamento ocorrido hoje de madrugada na Rua da Oura, em Albufeira, vão ficar internados no Hospital de Portimão devido à gravidade dos ferimentos, disse à Lusa fonte hospitalar.
Segundo a fonte da Unidade Local de Saúde (ULS) do Algarve, além dos dois feridos graves que vão ficar internados em Portimão, foram ainda assistidos no Hospital de Faro três feridos ligeiros, sendo que um deles já teve alta.
Inicialmente, as autoridades davam conta de uma jovem ferida com gravidade no atropelamento, de um total de 12 feridos, entre os quais dois militares da Guarda Nacional Republicana (GNR). As vítimas não militares são jovens entre os 18 e 22 anos, segundo o Ministério da Administração Interna.
O condutor, de 35 anos, atropelou as pessoas quando estas se encontravam na via pública, na Rua da Oura, em Albufeira, no distrito de Faro, via onde se concentram vários bares e que no período noturno está interditada à circulação automóvel.
O homem foi detido pelos crimes de ofensa à integridade física qualificada, condução sob efeito de álcool e condução perigosa.
O presidente da Câmara de Albufeira, Rui Cristina, classificou o atropelamento como um ato isolado e disponibilizou-se para prestar o auxílio necessário às vítimas e suas famílias.
O atropelamento ocorreu cerca das 03:00 de hoje em Albufeira, quando uma viatura que se encontrava estacionada iniciou marcha. O homem foi mandado parar por militares da guarda, mas desobedeceu e inverteu a marcha e continuou a circular.
Segundo a GNR, o homem voltou a ser mandado parar pelos militares, mas continuou a avançar na direção das pessoas, atropelando-as e continuando a marcha, o que levou os militares a disparar tiros para o ar com o objetivo de o tentar parar.
Depois, o carro embateu noutro veículo e o homem tentou fugir a pé, mas acabou por ser detido por militares do Grupo de Intervenção de Ordem Pública.
O ministro da Administração Interna, Luís Neves, já condenou o atropelamento e prometeu que “as circunstâncias do sucedido serão integralmente apuradas pelas autoridades competentes”.
MAD (DD/PJA) // JLG
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